Tiago Sobreiro: o rosto português da EssilorLuxottica

O homem forte do grupo franco-italiano concedeu-nos um olhar sobre esta “casa” que se transformou de “duas em uma” empresa. Com três anos de liderança sobre o trabalho da EssilorLuxottica em Portugal, Tiago Sobreiro, country manager, destaca a missão de melhorar vidas através da visão, com apoio em inovações estado de arte e numa equipa altamente motivada e preparada. Vindo do grande consumo na área da alimentação infantil e dos gelados, Tiago encontrou na ótica uma nova forma de se rever enquanto profissional, fascinado pelo impacto que os produtos desenvolvidos no coração desta companhia gigante têm na melhoria do dia a dia das pessoas e a um nível global. Os 14 anos de envolvimento no setor da ótica dão-lhe a energia de quem vive em prol de um desígnio maior. Apresentamos Tiago Sobreiro na primeira pessoa!

Fazendo uma pequena “viagem ao passado”, já é o rosto desta faceta lusa da EssilorLuxottica há três anos, no entanto foram mudanças profundas que moldaram duas grandes marcas que trabalham no mercado português. Foi difícil assumir este desafio?

Assumi este desafio desde o primeiro momento com muito orgulho pela oportunidade e confiança, mas também com um grande sentido de responsabilidade. Parece que foi há muito tempo, mas ainda há três anos éramos duas estruturas muito independentes com raízes, culturas, processos, modos de trabalhar e sistemas totalmente diferentes. Inicialmente é desafiante conseguir que pessoas e processos se alinhem e funcionem de forma eficiente. Costumo dizer que o sentimento de união e de pertença a uma equipa não funciona por decreto. Leva o seu tempo e é algo que tem que se trabalhar no dia a dia, todos os dias.

E como recebeu o mercado lusitano esta alteração?

Nesta situação – aliás como com qualquer situação de mudança – é normal que numa fase inicial haja alguma expectativa sobre o que irá acontecer no futuro. Fizemos a junção de duas grandes empresas, maduras e muito estabelecidas no mercado. Acho que ajudou muito o facto de a nossa abordagem ter sido sempre de complementaridade e não de disrupção. O facto de termos mantido a maioria das pessoas de referência das estruturas a nível local também foi importante.

Que projetos tinha no dia em que “encarou” este cargo?

São os mesmos que tenho hoje em dia e que continuarei a ter no futuro. Alinhar a visão e os objetivos internos da nossa equipa, criar valor para o mercado e para os nossos parceiros, continuar a construir uma cultura única como EssilorLuxottica, harmonizar práticas, processos, missão… Os projetos são exactamente os mesmos estamos é num estado de maturidade muito diferente hoje do que estávamos há três anos. Evoluímos muito.

Entrevista completa na Millioneyes 153