Inovação triplamente protetora by Zeiss

Sob os próprios desenvolvimentos científicos, a Zeiss apresenta ao mercado da ótica as primeiras lentes com tratamento antibacteriano e antiviral. E não só! Para além do tratamento Zeiss DuraVision AntiVirus Platinum UV, os utilizadores de óculos de prescrição podem ainda proteger-se dos raios UV, com a tecnologia UVProtect e da radiação azul, com as lentes ZEISS BlueGuard. É a garantia Zeiss de proteção tripla. A mensagem sobre esta conquista da Zeiss já corre pelas ruas do país e pelos meios de comunicação, mas também teve espaço televisivo e com figuras de ponta da medicina e da ciência. No canal Saúde +, a 13 de maio, o virologista, investigador e professor, Pedro Simas e o oftalmologista,investigador, docente e atual presidente da Sociedade Portuguesa de Oftalmologia, Rufino Silva, falaram dos vírus e da importância da proteção e da vigilância ocular, com a mediação da embaixadora da Zeiss, a comunicadora e filantropa, Catarina Furtado. No centro do programa esteve ainda o diretor comercial da Zeiss, Tiago Almeida, com orgulho no novo produto e na “sua” Zeiss que permite à companhia investir na ciência e produzir resultados que emancipam a qualidade de vida das pessoas.

“O nosso objetivo é dar continuidade ao que tem sido feito desde 2018, com o lançamento do UVProtect Technology, onde estabelecemos a saúde como uma das principais prioridades das nossas soluções. E em 2021 esta prioridade está ainda mais forte, com o lançamento de um tratamento antirreflexo que elimina 99,9 por cento dos vírus e bactérias, o DuraVision AntiVirus Platinum UV, e de uma nova solução para o bloqueio da radiação azul, Zeiss BlueGuard”, lança a Zeiss sobre as novidades lançadas.

Num período em que a saúde e a proteção estão no topo das prioridades dos consumidores, a gigante da saúde e tecnologia, responde a todas as premências e sob a confiança de uma equipa científica dedicada. É que embora o atual contexto pandémico tenha trazido os vírus para a ordem do dia, o mais recente tratamento assinado pela Zeiss já estava vivo e em estudos desde há seis anos. “O desenvolvimento desta solução iniciou-se em 2015, proporcionado pela procura nos países asiáticos por produtos com propriedades antivíricas e antibacterianas. Foram praticamente seis anos de desenvolvimento que culminaram no seu lançamento durante a pandemia atual. Efetivamente a pandemia aumentou a nossa consciência da presença dos vírus e bactérias e da importância da higiene de todas as superfícies. Este novo tratamento antirreflexo DuraVision AntiVirus traz-nos um nível de confiança extra relativo à higiene das nossas lentes”, sublinha a equipa portuguesa da Zeiss.

A palavra aos especialistas

A ciência é a base de uma Zeiss mais que secular. A relação que mantém com as melhores mentes do mundo é intima, através da sua fundação e também dos produtos apontados à investigação. É natural, portanto, que quando se lança na apresentação de inovações científicas haja apoio desta comunidade. A prova disso foi a presença de dois nomes de topo da medicina e ciência.

Pedro Simas falou do tópico do momento e da sua especialidade, os vírus. Habituado a “ver” a Zeiss através dos microscópios do seu laboratório, aceitou dar a sua voz esclarecedora em nome do DuraVision AntiVirus Platinum UV. “ O segredo aqui é a forma como se liga o metal pesado, neste caso, ao material e se torna estável e eficaz e que de facto demora anos a desenvolver. As novas lentes Zeiss possuem uma camada na face externa da lente que contém iões de prata (Ag+) que têm actividade antimicrobiana. Esta propriedade deriva, principalmente, da carga elétrica positiva dos iões de prata que, quando entram em contato com membranas de células bacterianas ou vírus revestidos por um invólucro lipídico derivado das células infetadas, perturbam a sua estrutura.

O virologista demonstrou ainda a sua admiração por uma empresa que aposta na investigação científica “A ciência é criativa e é importante fazer esta ciência aplicada mas antes desta fase tem que haver uma base da pirâmide muito grande de produzir conhecimento, livre e criador. O tempo é importante, haver fundações e haver filantropia que apoie de facto a ciência e a educação para a ciência.”

O oftalmologista Rufino Silva explicou os meandros das infeções oculares e a importância de haver seguimento oftalmológico em todas as fases da vida e ainda de bons produtos de correção. “É preciso termos presente que nascemos rodeados de bactérias, mesmo ainda como fetos. Aliás, ainda até há poucos anos usava-se o nitrato de prata nos olhos dos recém-nascidos para prevenir a infeções. Agora usa-se um antibiótico para evitar situações que podem ser gravíssimas. Nem todas as bactérias nos atacam e nem sempre, e tem que haver uma perda de balanço entre a defesa e a agressão, depende sempre de vários fatores (…). E para haver prevenção deve-se ir a consultas periódicas.”

 

Reportagem completa na Millioneyes 100